| HAMILTON
FERNANDES
(oficineiro,
organizador)
Acumula experiência no setor de teatral e circense, tendo participado
da oficina de teatro da Cia. Estável de Teatro (de 2003 a 2004)
patrocinada pela lei de fomento a cultura da Prefeitura de São
Paulo no mandato da prefeita Marta Suplicy (2001 à 2004). Hamilton
é formado em artes circenses pela SATED (Sindicato dos Artistas
e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado
de São Paulo – Sated-SP) no ano de 2008. Atualmente encontra-se
no segundo ano do curso superior de Artes cênicas na Universidade
Anhembi Morumbi. Esse curso é ministrado pelo renomado Grupo Tapa,
tradicional companhia teatral brasileira.
OSVALDO SANTANA JR. “BINHO”
(organizador,
site, administração)
Participou durante sete anos de atividades artísticas como integrante
da banda de Rock/MPB “Risses”. Banda que ao longo de suas
atividades (encerradas em 2008) participou de vários projetos culturais
e fez diversas apresentações com destaque para o Centro
Cultural São Paulo em 2003. Sempre envolvido com movimentos artísticos
na região de vila Cisper, Binho também é descendente
da Oficina dada pela Cia. Estável de Teatro tendo participado dessa
no período de 2002 a 2004.
RENATO ADRIANO ROSA
(organização,
arte, redação)
Desenhista, cartunista, desinger gráfico, formado pela escola técnica
estadual Carlos de Campos entre 1999 e 2000. Atualmente graduando do segundo
ano de Gestão de políticas Públicas pela universidades
de São Paulo (USP). Renato foca parte da sua graduação
para os estudos com recorte para políticas culturais.
EDERSON
CHAGAS MARTINS
(organizador)
Ederson
tem sete anos de experiência no grupo AnonimaMente onde era peça
fundamental dos bastidores encarregando-se da organização,
confecção de figurinos e adereços, cenográfia,
atuando, também, em alguns espetáculos. Vem se dedicando
há muitos anos à atividades artísticas ligadas ao
teatro amador na periferia.
JOARA
FERNANDES
(organização, monitora)
Joara Fernandes tem dedicado os últimos
12 anos a atividades artísticas que iniciaram-se com a participação
em oficinas de circo e teatro, passando por cursos de dança e interpretação.
Em 2007 formou-se em Educação Artística com habilitação
em Artes Cênicas. Atualmente cursa Licenciatura e atua na Cia. de
Teatro Musical.
PAULO
BARCELLOS
(suporte Técnico)
PARCEIROS
EQUIPE DE GESTÃO – tem como função dar suporte
administrativo ao Projeto.
Bruno Veloso, Gustavo Soares Dos Santos Ramalho e Thiago Gonçalo
Nascimento Da Costa são estudantes do terceiro ano do curso de
Gestão de Negócios Culturais (Ensino Médio e Técnico
Integrado) no colégio Liceu De Artes E Ofícios de São
Paulo.
COLABORADORES
Padre
Luis Gonzaga Galdino (Pe. Zaga)
TatudoTopia- Coletivo de Artes
Na
maioria das vezes o que fazemos é algo em comum, porque ela está
afastada do grande centro. E não é notório fazer
alguma coisa para ganhar reconhecimento, quando o trabalho não
está voltado para o grande núcleo.
É de suma importância se pensar que há uma grande
massa periférica para se alimentar culturalmente. E que eles passam
fome nesse sentido. Não pode se cair na ilusão de que um
alimento superficial resolverá assim uma cratera viciosa. O que
pode se fazer sim é agir, e falar em agir, é trazer com
todo o peso o significado dessa palavra. Sabendo da região que
se passa.
Então pergunto do que vale ser artista ou até humano, se
não poder ter a vocação de transformar as coisas?
Pois as que estão em processo, já possuem pessoas demais
empregando seus plausíveis esforços. Agora é o instante
da grande tomada de consciência que tanto citamos, para nos dividirmos
nessa seca cultural.
Podemos começar pela comunidade que nascemos, você já
olhou pra ela? Falo como um perito no assunto. Porque vejo o quanto minha
comunidade é carente, e vejo também artistas regionais envolvido
num grande ciclo vicioso, buscando fazer arte pra artistas, ou para as
elites no centro.
Precisamos de uma vez por todas entender que teatro não é
a construção, e que ele pode acontecer em qualquer espaço.
Mas é claro sem busca de reconhecimento “artístico”.
Porém se você é um artista que pretende criar nas
pessoas um censo crítico, bem-vindos a trupe dos anônimos.
Em vista de tudo isso fica a critério do seu propósito profissional,
o fato de você trabalhar para seu ego ou ser um instrumento para
uma mudança!.
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